myfreecopyright.com registered & protected

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Trecho do novo livro do Dan Brown

, 0






Muito em breve os leitores poderão se aventurar novamente com Robert Langdon, sim, ele logo estará de volta. Em seu mais recente livro, “Inferno”, Dan Brown, retorna com mais uma história envolvendo o simbologista Robert Langdon. O cenário é mais uma vez a famosa paisagem italiana, a cidade de Florença, e para deixar tudo mais interessante à pedra angular da obra é o poema “A Divina Comédia”, de Dante.

No Brasil, o livro será lançado pela editora Arqueiro, com previsão de lançamento para 6 de junho. E para aguçar o interesse dos fãs e leitores, a Livraria da Folha publicou um trecho.

O livro também já está em pré-venda, na Submarino.

Confira a seguir uma prévia do que estar por vir.


_

Os lugares mais sombrios do Inferno são reservados àqueles que se mantiveram neutros em tempos de crise moral.
-
Fatos
Todas as referências históricas e obras de arte, literatura e ciência citadas neste romance são reais.
"O Consórcio" é uma organização secreta com escritórios em sete países. Seu nome foi modificado por questões de segurança e privacidade.
Inferno é o mundo inferior que Dante Alighieri retrata no poema épico A Divina Comédia como um reino de estrutura complexa povoado por entidades conhecidas como "sombras" - almas desencarnadas presas entre a vida e a morte.
-
P R Ó L O G O

Eu sou a Sombra.
Pela cidade atormentada, eu fujo.
Pela eterna desolação, corro para escapar.

Pelas margens do rio Arno, sigo desabalado, ofegante... Viro à esquerda na Via dei Castellani e sigo em direção ao norte, abrigando-me nas sombras da Galleria degli Uffizi.

Mesmo assim eles continuam a me perseguir.

Então, à medida que me caçam com uma determinação implacável, o som de seus passos vai ficando mais alto.

Há anos sou perseguido por eles. Sua persistência me manteve na clandestinidade, forçou-me a viver no purgatório, agindo debaixo da terra qual um monstro ctônico.

Eu sou a Sombra.

Aqui, na superfície, ergo meu olhar para o norte, mas não consigo encontrar um caminho direto para a salvação, pois os montes Apeninos bloqueiam os primeiros raios de sol da alvorada.

Passo atrás do palazzo com sua torre com ameias e seu relógio de um ponteiro só... Em zigue-zague, avanço por entre os comerciantes madrugadores na Piazza Di San Firenze. Quando falam com suas vozes roucas, sinto seu hálito, que recende a lampredotto e azeitonas assadas. Atravessando em frente ao Bargello, dobro novamente à esquerda em direção à torre da Badia e me jogo com força contra o portão de ferro ao pé da escada.
Aqui, toda e qualquer hesitação deve ser abandonada.

Giro a maçaneta e entro no corredor. Sei que não haverá volta. Instigo minhas pernas pesadas como chumbo a galgarem a escadaria estreita, com seus degraus de mármore esburacados e gastos subindo em espiral rumo ao céu.

As vozes ecoam lá de baixo. Suplicantes.

Eles estão atrás de mim, irredutíveis, cada vez mais perto.

Não entendem o que está por vir... tampouco o que fiz por eles!

Terra ingrata!

Enquanto subo, as visões me vêm com toda a força... os corpos libidinosos se contorcendo sob a chuva de fogo, as almas dos glutões flutuando em excremento, os traidores infames congelados nas garras gélidas de Satanás.

Venço os últimos degraus e chego ao topo cambaleando, à beira da morte; saio para o ar úmido da manhã. Corro até o muro que se ergue à altura da minha cabeça e espio pelas frestas. Lá embaixo estende-se a cidade abençoada que tornei meu santuário contra aqueles que me exilaram.

As vozes me chamam, aproximando-se por trás de mim.

- O que você fez é uma loucura!

Loucura gera loucura.

- Pelo amor de Deus - gritam eles -, diga-nos onde a escondeu!
É exatamente pelo amor de Deus que não direi.

Aqui estou, encurralado, as costas contra a pedra fria. Eles olham no fundo dos meus olhos verdes e límpidos, e seus rostos ficam carregados: sua expressão, antes persuasiva, agora é ameaçadora.

- Você sabe que temos nossos métodos. Podemos forçá-lo a nos contar onde está.

Por isso subi metade do caminho até o Céu.

Sem aviso, eu me viro e ergo os braços, agarrando o parapeito alto com os dedos, içando meu corpo, ajoelhando-me às pressas em cima do muro. Depois me ponho de pé... oscilo à beira do precipício. Seja o meu guia, caro Virgílio, enquanto atravesso o vazio.

Eles disparam à frente, incrédulos, querendo agarrar meus pés, mas temendo que eu perca o equilíbrio e caia. Com um desespero contido, começam a implorar, mas eu já lhes dei as costas. Sei o que devo fazer.

Lá embaixo, a uma distância vertiginosa, telhas vermelhas se espalham como um mar de fogo pelo campo... iluminando a bela terra um dia povoada por gigantes... Giotto, Donatello, Brunelleschi, Michelangelo, Botticelli.

Aproximo os dedos dos pés da beirada.

- Desça! - gritam eles. - Ainda há tempo!

Ó, ignorantes obstinados! Por acaso não conseguem ver o futuro? Não conseguem entender o esplendor da minha criação? Como ela é necessária?

É com prazer que faço este último sacrifício... e com ele extinguirei suas últimas esperanças de encontrar o que buscam.

Vocês jamais conseguirão localizá-la a tempo.

Centenas de metros lá embaixo, a piazza de paralelepípedos me chama como um oásis de serenidade. Como eu gostaria de ter mais tempo... Porém esse é o único bem que nem mesmo minha enorme fortuna pode comprar.

Nestes últimos segundos, baixo os olhos em direção à piazza e vislumbro algo que me deixa perplexo.

Vejo o seu rosto.

Em meio às sombras, você tem os olhos erguidos para mim. Estão pesarosos, mas neles também percebo reverência pelo que fui capaz de fazer.

Você entende que não tenho escolha. Por amor à humanidade, devo proteger minha obra-prima.

Neste exato momento, ela cresce... à espera... fervilhando sob as águas rubras de sangue da lagoa que não reflete as estrelas.

Então tiro meus olhos dos seus e contemplo o horizonte. Muito acima deste mundo oprimido, faço minha última súplica.

Queridíssimo Deus, rogo-lhe que o mundo se lembre do meu nome não como um pecador monstruoso, mas como o salvador glorioso que o Senhor sabe que na verdade sou. Rogo que a humanidade entenda o presente que deixo.

Meu presente é o futuro.

Meu presente é a salvação.

Meu presente é o Inferno.

Com essas palavras, sussurro amém... e dou o último passo para mergulhar no abismo.
__

Dan Brown é um autor que tenho em alta conta. Então, só posso dizer que aguardo ansiosamente por mais uma de suas excelentes histórias. E vocês?


segunda-feira, 1 de abril de 2013

A Metamorfose (Franz Kafka)

, , , 0









Livro: A Metamorfose
Autor: Franz Kafka
Nº de páginas: 96
Editora: Companhia das letras
Série/Saga:  -
Nota: 4/5









A Metamorfose é uma das novelas mais famosas do aclamado Franz Kafka. É um livro que apesar da escassez de páginas justifica sua posição, é uma leitura sem sombras de dúvidas, peculiar.

Essa peculiaridade encontra o leitor logo nas primeiras páginas. Gregor Samsa é um caixeiro-viajante que há algum tempo atua nessa profissão com o intuito de quitar dividas da família e quem sabe construir seu futuro. Mas, em uma bela manhã seus planos são curiosamente interrompidos, e ele se vê impossibilitado de ir trabalhar.

A causa de tamanha obstrução é que ele acordou metamorfoseado em um inseto. No entanto, apesar de sua situação desconcertante, ele não perdeu a consciência, em seu interior ele ainda é o caixeiro-viajante Gregor Samsa.

Contudo, se sua consciência não foi maculada pela transformação, sua aparente humanidade não teve a mesma sorte, sua capacidade de locomoção, e, em especial, de comunicação foi varrida.

Gregor, mesmo diante de tal infortúnio consegue encarar a situação com uma tranquilidade notável, ele ainda se preocupa com os preparativos para ir trabalhar e busca contornar os reveses de sua nova situação. Porém, sua família não parece compartilhar da mesma serenidade. E é ai que vamos passar algumas páginas entre as reminiscências de um insento-homem incapaz de se comunicar, e uma família que pouco compreende o infortúnio que se abateu sobre o filho prodígio.

Se á trama parece ser diferente, basta começar a ler para desejar chegar às últimas páginas e reconhecer as alterações e os impactos rumo ao desfecho. Nesse ponto a história assume um caráter particularmente atraente. Tudo se passa dentro das fronteiras da casa da família Samsa, especificadamente, no quarto de Gregor e na sala da casa. As mudanças que começam a operar logo que Gregor se apresenta para a família seguem um rumo inesperado. Mas é a humanidade contida no consciente de Gregor que faz de “A Metamorfose” um trunfo novelístico.

A forma como Kafka evidencia o estado de apatia diante da necessidade do rapaz de comunicação, e mesmo seus pensamentos claramente humanos, tudo isso em confronto com os instintos que agora lhe são inerentes, desde a mudança alimentar aos novos hábitos de locomoção. É essa consciência diante de um mundo que não pode compreendê-lo que o torna um personagem cativante.

Gregor Samsa tornou-se em sua monstruosidade, incompreensível para o mundo, em detrimento de todos os esforços  por aceitação de sua humanidade contida.

A narrativa é agradável à trama ao mesmo tempo diferente e cativante. Quanto ao final, não sei bem como me posicionar, sendo sua execução tão súbita quanto o início. Mas acima de tudo “A metamorfose” foi uma agradável experiência. Por hora, aguardo por mais narrativas kafkanianas. 


terça-feira, 26 de março de 2013

Promoção Fogo Cruzado

, 0







Último livro do James Patterson resenhado no blog, Fogo Cruzado, é mais um suspense do autor com um de seus personagens mais famosos o detetive, Alex Cross. Confira a seguir, em parceria com a editora Arqueiro, a promoção valendo um exemplar do livro.  




Confira a resenha do livro AQUI.


E para participar basta:

1) Ser seguidor público do blog pelo Google Friend Connect.
2) Ser residente no Brasil.
3)Demais informações nos Termos e Condições do Formulário.


a Rafflecopter giveaway


  
A promoção vai de hoje, 26/03 até o dia 22/04. O Resulto sai dia 23/04.

O ganhador terá 48horas para responder o e-mail, caso contrário será realizado novo sorteio.

Qualquer dúvida pode entrar em contato pelo twitter, email ou comentários.



Atualização


Dois dias atrás encerrou a promoção valendo um exemplar do livro Fogo Cruzado. Ao todo foram 1586 entradas.  Agradeço a todos pela participação. E a vencedora da promoção foi a Ana Paula Barreto


A sorteada cumpriu todas as regras, e tem 2 dias para responder o email enviado, caso contrário será realizado um novo sorteio. 

sexta-feira, 22 de março de 2013

A Visita Cruel do Tempo (Jennifer Egan)

, 0









Livro: A Visita Cruel do Tempo
Autor: Jennifer Egan
Nº de páginas: 336
Editora: Intrínseca
Série/Saga:  -
Nota: 4,5/5











Essa é a realidade, não é? Vinte aos depois, sua beleza já foi para o lixo, especialmente quando arrancam fora metade das suas entranhas. O Tempo é cruel, não é? Não é assim que se diz?

Jennifer Egan ganhou o famoso prêmio Pulitzer, em 2011, com A Visita Cruel do Tempo. Apesar da importância que acaba pesando sobre um livro que recebeu tamanha premiação, iniciei a leitura desse livro sem saber muito o que esperar. Li algumas resenhas, mas me furtei o direito de ler a sinopse, e agora me congratulo pela decisão, as sinopses estão cada vez mais explícitas, revelando mais do que seria prudente.

Inusitado. Não consigo vislumbrar adjetivo que se encaixe melhor nesse livro do que este. Jennifer Egan brinda o leitor com uma experiência... diferente.

Logo no primeiro capítulo conhecemos Sasha, uma cleptomaníaca. A partir de então somos levados pela narrativa dos eventos pelos quais a personagem passou e o impacto de sua doença em uma conversa com o psicanalista. Mas, com o decorrer do livro e de forma, aparentemente, inexplicável somos apresentados a novos personagens, contextos e situações.

Então conhecemos Bennie Salazar, um executivo do ramo musical, famoso por ter descoberto a banda Conduits. Há também Lou um produtor musical viciados em drogas e garotas. Outras figuras são levadas ao conhecimento do leitor, cada uma com sua história e seus dilemas.

Em meio a uma alegoria de personagens comuns, de uma verossimilhança inquietante, a autora nos leva por diferentes momentos, somos arremetidos a adolescência de alguns personagens, mas também a vida adulta. Tudo isso sem uma cronologia demarcada de forma ordeira.

Os capítulos que decorrem sobre determinado personagem pode representar o ponto de partida para a história que se desenrolará no capítulo seguinte. De forma bastante competente, embora possa parecer desordeira, os capítulos vão de desenrolando em sobreposições de histórias e dos impactos do tempo na vida de cada indivíduo.

A desordem que num primeiro momento pode incomodar o leitor é apenas parte de um receituário que se mostra perturbadoramente bem interligado. Apesar dos saltos temporais e dos acontecimentos repentinos, tudo é produto do tempo. E é nesse ponto que Egan evidencia toda a grandiosidade e o quão perigoso pode ser esse elemento.

De uma forma inquietante ela apresenta personagens que pareciam ter um destino traçado, pré-determinado, para com o decorrer da história mostra que o tempo pode ser cruel, e os encontros e desencontros, as decisões corretas e erradas podem nos levar a um desfecho que não poderia ter sido vislumbrado.  É essa incerteza, a incapacidade de controlar o tempo bem como sua transcendência, além dos efeitos inexoráveis que ele traz consigo, são fatores suficientes para conformar a importância, quando não a incompreensão, capaz de circunscrever os fatores temporais.

Quem é esse velho morrendo ali na minha frente?Eu quero aquele outro, aquele homem egoísta, predatório, aquele que me fazia virar entre suas pernas bem ali, ao ar livre, empurrando minha nuca com a mão livre enquanto ria ao telefone. (...) Tenho uma ou duas coisinhas a dizer a esse outro homem.

Cruel, mas muitas vezes um aliado importante e essencial, que nem sempre parece fazer o que deveria, o tempo está presente e de maneira imperiosa.

E com uma narrativa que alterna entre primeira e terceira pessoa, contada por diferentes personagens, com histórias muitas vezes diversas, mas que se interligam surpreendentemente Egan nos presenteia com A Visita Cruel do Tempo. Sendo um capítulo apresentado em forma de apresentação de slides. 

Mordaz, cru e criativo é assim que Egan traça sua história em uma trama capaz de impressionar o leitor. Porém, vale acrescentar que devido ao enredo inusitada é um livro que pode não agradar todos os leitores.

“A visita cruel do tempo” trata também da decrepitude humana, e não relacionado ao envelhecimento, mas sim, e de forma incisiva, sobre como utilizamos o tempo que nos é dado. E acreditem, Egan mostra de forma clara que a visita do tempo pode ser de diferentes formas, estarrecedora.

Resenha complexa? Certamente, mas talvez o seja porque o livro que foi objeto de analise nos ofereça um panorama tão complexo e fascinante tal como é o tempo.

 O tempo é cruel não é? Vai deixar ele intimidar você?

terça-feira, 19 de março de 2013

Lançamentos de abril da Novo Conceito

, , 0






Março ainda não terminou, mas algumas editoras já anunciaram seus lançamentos para abril. Dentre elas, a Novo Conceito; em um total de seis lançamentos para o próximo mês a editora traz exemplares interessantes. Entre eles está “Sangue na Neve”, da muito competente, Lisa Gardner. "A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra" parece ser outra publicação que vale a pena. Taheref Mafi está de volta com a continuação de Estilhaça-me, Liberte-me; além do retorno dos lançamentos nacionais com Simplesmente Ana, da Marina Carvalho. 

Sangue na Neve  (Lisa Gardner)



A policial Tessa Leoni matou seu marido, Brian Darby, em legítima defesa. A arma do crime está à vista de todos e os hematomas no corpo de Tessa confirmam a ocorrência. A policial também não fez questão de fugir, ou de arrumar qualquer justificativa para explicar aquele corpo estendido no chão da cozinha, portanto, aparentemente, o que a investigadora D.D.Warren tem à sua frente é o desfecho de uma briga doméstica. Um caso simples.
No entanto, ao abrir o inquérito, D. D. terá uma surpresa: este não é o primeiro homicídio de Tessa Leoni e - afinal - onde está a filhinha de seis anos da policial? Será que a policial Leoni realmente atirou em seu marido para matá-lo? Uma mãe seria capaz de prejudicar intencionalmente sua filha?
D. D. Warren, a experiente detetive que acredita que desvendar um caso é como mergulhar na vida do criminoso, enfrentará mais uma investigação que a levará a uma busca frenética por uma criança desaparecida enquanto tenta encaixar as peças de um mistério familiar que a levará a quebrar os muros do corporativismo policial.
 
A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra (Robin Sloan)



A recessão econômica obriga Clay Jannon, um web-designer desempregado, a aceitar trabalho em uma livraria 24 horas. A livraria do Mr. Penumbra ? um homenzinho estranho com cara de gnomo.
 
Tão singular quanto seu proprietário é a livraria onde só um pequeno grupo de clientes aparece. E sempre que aparece é para se enfurnar, junto do proprietário, nos cantos mais obscuros da loja, e apreciar um misterioso conjunto de livros a que Clay Jannon foi proibido de ler.
 
Mas Jannon é curioso...

Jardim de Inverno  (Kristin Hannah)



Meredith e Nina Whiston são tão diferentes quanto duas irmãs podem ser. Uma ficou em casa para cuidar dos filhos e da família. A outra seguiu seus sonhos e viajou o mundo para tornar-se uma fotojornalista famosa. No entanto, com a doença de seu amado pai, as irmãs encontram-se novamente, agora ao lado de sua fria mãe, Anya, que, mesmo nesta situação, não consegue oferecer qualquer conforto às filhas.
A verdade é que Anya tem um motivo muito forte para ser assim distante: uma comovente história de amor que se estende por mais de 65 anos entre a gelada Leningrado da Segunda Guerra e o não menos frio Alasca. Para cumprir uma promessa ao pai em seu leito de morte, as irmãs Whiston deverão se esforçar e fazer com que a mãe lhes conte esta extraordinária história.
Meredith e Nina vão, finalmente, conhecer o passado secreto de sua mãe e descobrir uma verdade tão terrível que abalará o alicerce de sua família... E mudará tudo o que elas pensam que são.
 

Liberta-me  (Tahereh Mafi)



Liberta-me é o segundo livro da trilogia de Tahereh Mafi. Se no primeiro, Estilhaça-me, importava garantir a sobrevivência e fugir das atrocidades do Restabelecimento, em Liberta-me é possível sentir toda a sensibilidade e tristeza que emanam do coração da heroína, Juliette.
 
Abandonada à própria sorte, impossibilitada de tocar qualquer ser humano, Juliette vai procurar entender os movimentos de seu coração, a maneira como seus sentimentos se confundem e até onde ela pode realmente ir para ter o controle de sua própria vida. Uma metáfora para a vida de jovens de todas as idades que também enfrentam uma espécie de distopia moderna, em que dúvidas e medos caminham lado a lado com a esperança, o desejo e o amor.
 
A bela escrita de Tahereh Mafi está de volta ainda mais vigorosa e extasiante.

Simplesmente Ana  (Marina Carvalho)



Imagine que você descobre que seu pai é um rei. Isso mesmo, um rei de verdade em um país no sudeste da Europa. E o rei quer levá-la com ele para assumir seu verdadeiro lugar de herdeira e futura rainha...
Foi o que aconteceu com Ana. Pega de surpresa pela informação de sua origem real, Ana agora vai ter que decidir entre ficar no Brasil ou mudar-se para Krósvia e viver em um país distante tendo como companhia somente o pai, os criados e o insuportável Alex.
Mudar-se para Krósvia pode ser tentador ? deve ser ótimo viver em um lugar como aquele e, quem sabe, vir a tornar-se rainha ?, mas ela sabe que não pode contar com o pai o tempo todo, afinal ele é um rei bastante ocupado. E sabe também que Alex, o rapaz que é praticamente seu tutor em Krósvia, não fará nenhuma gentileza para que ela se sinta melhor naquele país estrangeiro.
A não ser... A não ser que Alex não seja esta pessoa tão irascível e que príncipes encantados existam.
Simplesmente Ana é assim: um livro divertido, capaz de nos fazer sonhar, mas que ao mesmo tempo nos lembra das provas que temos que passar para chegar à vida adulta.


O Poder da Energia (Brendon Burchard)



O Poder da Energia, de Brendon Burchard, nos convida a pensar grande e a transcender as ideias a que nos acostumamos, enquanto, ao mesmo tempo, aprendemos a comandar nossa própria consciência. Convida-nos a uma existência muito mais planejada, onde o controle sobre o prazer e sobre a dor estará em nossas mãos.
 
E como é possível apoderar-se assim da vida? Podemos escolher entre seguir nossos impulsos, ou dirigir a nossa atenção e atividade a um estado mais elevado de motivação. Podemos deixar que a vida nos leve, ou tomar as rédeas de nossa história até que possamos realmente desfrutá-la.
 
Para encontrar um propósito na experiência humana e ultrapassar qualquer circunstância limitadora, O Poder da Energia o levará a se conectar a algo maior que as coisas do dia a dia; algo que vai conduzi-lo do mundano ao mágico, de uma vida inepta à plenitude.